Mudar para sobreviver



 

Vivemos em um tempo de transição em que as mudanças de atitude são uma necessidade e não podem mais depender do simples acaso. O quadro ambiental é cada dia mais crítico, a exploração dos recursos naturais cresce à medida que a cultura consumista se expande e isso fica demonstrado a cada noticiário. O problema torna-se ainda maior quando se percebe que não há um comprometimento conjunto para desacelerar os processos degradantes a que submetemos nosso meio. Afinal, “ é sempre mais fácil achar que a culpa é do outro”.  

Quando transferimos a responsabilidade dos problemas ambientais e sociais para alguém ou algum setor da sociedade, estamos nos enganando, “tapando o sol com a peneira”. Cada grupo que compõe a estrutura social tem sua participação na degradação ambiental, desde a indústria que polui através de suas atividades produtivas, gerando diversos rejeitos, muitas vezes nocivos à saúde animal e vegetal, até os domicílios que, por sua vez, geram o lixo doméstico e detritos orgânicos.  

A situação instalada só se reverterá quando tomarmos uma iniciativa simples, porém vital. Temos que aceitar que cada um de nós tem participação ativa nos acontecimentos negativos da atualidade, e a partir desse conceito devemos mudar nossas atitudes, rever nossas pequenas ações diárias, separar nosso lixo, preservar as árvores de nossos quintais e plantar outras, cobrar iniciativas do poder público que visem a sustentabilidade, entre outras. Faça parte.... Faça sua parte! Disperse essa idéia!  

 

Artigo publicado no jornal "Brazópolis", edição de Abril de 2007.

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